sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

"Approach"ando..

Há 29 anos atuando como jornalista, Lourdes Rodrigues, editora assistente das editorias "Plano Pessoal" e "Vida Executiva" do jornal Gazeta Mercantil, inaugurou a nova sede da Approach São Paulo durante um agradável café-da-manhã com a equipe.

Antes da Gazeta Mercantil, Lourdes trabalhou nas rádios Bandeirantes, Capital, CBN, Cultura e Globo. Também trabalhou na TV Bandeirantes e produziu livros corporativos. Há cinco anos, está na Gazeta. "É o único emprego em veículo impresso que tenho no currículo", afirma. "Minha escola é mesmo o rádio, onde atuei durante 13 anos".

P: O que você aprova e o que não gosta no trabalho dos assessores?
Lourdes Rodrigues: Release mal escrito não dá. É uma coisa que deveria ser óbvia, mas não é. Tem texto que é muito grande e têm outros em que faltam informações. Uma situação sempre bem desagradável e que ocorre com alguma freqüência é quando o assessor insiste em vender uma pauta que você já descartou. Não adianta insistir, porque não é não. Outra coisa chata é quando o assessor manda o release e liga na hora para repetir o que o texto diz. A ligação vale quando se trata de uma pauta exclusiva e, de preferência, que seja entre as 14h e às 16h. Depois das 17h, quando entramos em fechamento, é quase impossível atender ao telefone. Às vezes, preciso tirar ele do gancho, para conseguir trabalhar (risos).

P: Aproveitando o gancho, há tanto tempo atuando em redação, como você avalia a atuação das assessorias?
L.R: Melhorou muito. Veja que há uma evolução no trabalho dos assessores. É comum receber alguns releases que, de tão bem escritos, acabam dificultando o nosso trabalho, pois quase não há o que editar. Você quebra a cabeça para mudar, fica procurando o que perguntar, mas o texto já está lindo, completo.

P: Como você avalia sua carreira?
L.R: Minha formação é no rádio, onde trabalhei durante 13 anos, quase sempre como editora, quase nunca como repórter. Aliás, sempre preferi escrever e editar, a atuar como repórter. A Gazeta é o único jornal impresso que tenho no currículo. Estou lá, entre idas e voltas há cinco anos. A Gazeta é um jornal mais elitizado, voltado para executivos, mas eu já escrevi para os mais diferentes tipos de público. Jornalista é jornalista em qualquer situação.

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