quinta-feira, 27 de março de 2008

Frase do dia

"ÔH Bush, the problem is that, my sun: we stay 26 years without grow up. Now that we growing, you came to fuck us ? Fuck u, mother focker !!!"

Mr. Silva.

Música para a freguesia da marginal sem número

Chora neném...
Valdívia vai marcar!
Segunda divisão...
É coisa de gambá!

Chora neném...
Nem vai classificar!
Palmeiras campeão...
Freguesia à reclamar!

Corneta Verde: Palmeiras 1x0 Portuguesa

Não vi, não gostei e vou cornetar:

Nove-nove não pode marcar em um jogo e ficar três sem marcar, perdendo, inclusive, gols que até o Zé Muleta da praça da Sé faz. Gol tonto, até o el furo bambino do Denílson faz.

Giro Verde

"No Palestra Itália, ecoa até agora o nome de Jorge Preá, autor do gol salvador (1 x 0 na Portuguesa) aos 48 minutos. O Palmeiras (10 jogos - 8 V, 6 seguidas - invicto no Paulista), praticamente classificado, curte a liderança pelo menos até esta noite. Mais até do que para os zagueiros adversários, Valdivia se transformou num problema para os árbitros. Incompetência, falta de critério e "aplicação eventual" da regra dão nisso. Após uma vitória como essa, o torcedor palmeirense está convencido de que há algo especial esperando por ele. E quem haverá de discordar?"
Do Blog do André Kfouri


"- Vamos ganhar, Porco!
Era o grito de todo o estádio palmeirense naquela que parecia ser a última bola do jogo. Quarenta e sete minutos de um segundo tempo duro como o clássico. Empate sem gols. A desfalcada Lusa toda atrás, segurando direitinho um Palmeiras de momentos de um futebol bonito como há muito não se via no Palestra, e de finalizações ruins e nervosas como tantas dos últimos tempos mais negros que verdes.O clássico iria até looongos 50 minutos. E foi dentro desse tempo que Leandro levantou no segundo pau, David cabeceou no travessão, Diego Souza jogou pra dentro da pequena área e Jorge Preá fez seu primeiro gol palmeirense, aos 47min59s. Um gol que o estádio cantou antes de a bola ser levantada da meia esquerda. Um gol que o torcedor palmeirense pareceu pressentir antes de a bola ser cruzada. Um gol que os torcedores dos grandes times parecem sentir (ou antever) como craques. Ou apenas por saberem que certos times vivem dias e jogos iluminados.Dias de craques. Não parecia haver uma torcida do palmeirense antes da falta. Parecia haver uma certeza no Palestra. O gol sairia naquele lance. Estava escrito nas oito estrelas do escudo que fica atrás daquela meta. Pressentimento confirmado com o toque redentor de Preá. Antecedido por uma comunhão emocionante da arquibancada com o time. Seguido de uma das mais tocantes celebrações vistas no Palestra, com jogadores, comissão técnica e torcida correndo cada um para um lado diferente. Ou melhor: todos para o mesmo lado. Para cima. Para o Palmeiras. Celebração de um time que ainda não está pronto. Mas que parece estar pronto para o que der e vier."
Do blag de Mauro Beting


"O Palmeiras não entrou no Palestra Itália como quem começa um dia de trabalho. O time foi a uma festa. Era essa a impressão da equipe quando a partida começou, com show de Valdivia. Até embaixadinha, com controle de bola na coxa, houve no Palestra Itália. Até que o jogo começou a pegar. A partir daí, Valdivia sumiu. Antes disso, houve um período do jogo em que o mais sério em campo, com a camisa verde-limão, era Léo Lima. Convenhamos, no dia em que Léo Lima é o mais sério, alguma coisa anda errado. O jogo pegou, Valdivia diminuiu seu ritmo e quem apareceu foi Diego Souza. Foi dele o passe para Alex Mineiro marcar, ou melhor, desperdiçar chance clara no início do segundo tempo. Mas foi dele também o passe, de cabeça, para o gol de Jorge Preá, centroavante indicado por César Sampaio, que brigou por todas as bolas nos quinze minutos em que esteve em campo. A raça valeu o gol e a liderança. Mas o jogo serve de alerta."
Do Blog do PVC


"Jorge Preá, jogador contratado meio a tantas desconfianças teve sua primeira aparição útil no Palmeiras, diante da Portuguesa, no Palestra Itália. Tudo bem que não era um gol difícil de se fazer, mas sim, de suma importância para o alviverde conseguir a classificação, com a magra vitória de 1 a 0. Apesar de não ter jogado bem, o gol aos 48 minutos deixou a torcida em êxtase. A equipe de Vanderlei Luxemburgo soma agora 34 pontos. A semifinal está muito próxima."
Do Blog do Lédio Carmona


"O Palmeiras teve o jogo nas mãos e o desperdiçou diversas vezes, principalmente, nos pés de Alex Mineiro em noite infeliz. Mas levou sustos que não planejava e ainda teve uma ajudazinha do árbitro, no segundo tempo, quando um gol da Lusa foi anulado numa inversão de falta na área palmeirense. O que não dá para entender é a festa que o torcedor alviverde faz para a inutilidade chamada Denílson. Mas, na vida, tem gosto para tudo. Seja como for, aos 48, Jorge Preá, que entrou exatamente no lugar de Alex Mineiro, fez o gol da vitória, o da classificação, numa noite em que o Corinthians perdeu e a Ponte Preta empatou. O Verdão acorda líder nesta quinta-feira e, se duvidar, dormirá líder."
Do Blog do Juca Kfouri

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As manchetes do jogo:

O Estado de São Paulo:
Palmeiras: vitória no último Lance

Jornal da Tarde:
O Verdão está no topo

Folha de São Paulo:
Com gol no final, Palmeiras alcança liderança inédita

Diário de São Paulo:
Estrela brilha e Palmeiras é líder

segunda-feira, 24 de março de 2008

O veneno comunista

O Laboratório de Venenos: de Lênin a Putin - Editora Nova Fronteira

Desde a Antigüidade, veneno e História caminham lado a lado. Cleópatra usou o de uma cobra para livrar-se da humilhação de cair prisioneira dos romanos. Napoleão teria sido vítima do arsênico. Saddam Hussein encontrou seu fim na forca por ter, entre outros crimes, envenenado aldeias inteiras de curdos com gás letal.

É dessa relação tão próxima que Arkadi Vaksberg tira o fio condutor de seu novo livro, O laboratório dos venenos: de Lênin a Putin, que desvenda o uso de substâncias tóxicas como arma política na Rússia, desde a extinta União Soviética, no início do século XX, até o momento atual.

No centro da estratégia de usar o veneno para destruir os adversários — pessoais ou do regime — estava o Gabinete Especial, um laboratório estatal criado para a pesquisa de novas substâncias tóxicas. Dela saíram as combinações químicas letais que puseram fim a uma enorme quantidade de vidas. Da vingança do Kremlin, poucos escapavam, seja no pelotão de fuzilamento ou numa caneca de cerveja envenenada.

Embora haja registros de envenenamentos de rivais pelos donos do poder em todas as épocas, é na revolução que levou os bolcheviques ao comando da Rússia, em 1917, que se verifica o uso mais amplo e irrestrito do veneno como arma. Tal escolha é consistente com um regime que procurou dissimular suas intenções violentas.

Vaksberg recua ao fim do século XIX, período de gênese da Revolução Russa, e mostra que Lênin, Béria e Stálin não hesitaram em lançar mão do assassinato por veneno quando uma morte menos suspeita era necessária para não comprometer a imagem do regime. E, ironia das ironias, segundo aponta Vaksberg, o próprio Lênin pode ter sido envenenado a mando de Stálin, impaciente em tomar de vez as rédeas do poder do velho e doente líder na década de 1920.

Atento tanto ao registro histórico quanto ao jornalístico, o autor é ágil o suficiente em seu relato para incluir o assassinato do ex-espião russo Alexander Litvinenko, por envenenamento com uma substância radiativa no ano passado em Londres. Crítico de Vladimir Putin, Litvinenko antes de morrer acusou o presidente — um ex-espião da antiga KGB soviética — de ser o responsável por sua morte. O fio da meada que leva ao Kremlin inclui mortes misteriosas de líderes chechenos e adversários de Putin. Para o autor, tais episódios são a confirmação de que velhas práticas ainda são correntes na Rússia do século XXI, apesar dos 16 anos decorridos desde a queda do comunismo.

Trata-se de um livro imperdível para quem quer entender os meandros do jogo político de bastidores, onde espionagem e assassinatos são lugar-comum, O laboratório de venenos é também uma excelente aula de história dos últimos cem anos.

Furo pago

Do Estadão, editado pelo blog de Reinaldo de Azevedo:

A cafetina brasileira, Andréia Schwartz, retornou a São Paulo num vôo da American Air Lines - de classe executiva. Segundo ela, teve ajuda do “bispo Edir Macedo”, da Igreja Universal do Reino de Deus, dona da Rede Record. Em retribuição, foi à emissora que ela concedeu sua primeira entrevista, por telefone. “Só alguns veículos estão me levando a sério, como a Record. O bispo Macedo pagou minha passagem na classe executiva para eu voltar dos EUA”, afirmou ela. Ao ‘Estado’, o Departamento de Jornalismo da TV Record negou que tivesse pagado a passagem, mas admitiu que o correspondente da emissora viajou no mesmo vôo.

Nota do Blog: Que beleza, não? Desse jeito, até eu!

Giro Alviverde

Confira as opiniões dos principais colunistas sobre a vitória do Palmeiras sobre o Paulista de Jundiaí, no último sábado.

Blog do André Kfouri
"O Palmeiras resolveu o jogo contra o Paulista (2 x 0) em 18 minutos. Um de Alex Mineiro, outro de Valdivia, coisa rápida. Entre o futebol que está sendo mostrado neste momento, e o futebol que será necessário para ganhar o título, o Palmeiras é o que está menos distante. E não é surpresa."

Blog do Cereto
"Mais do que a matemática, o bom futebol do Palmeiras lhe garante no topo da tabela. São três vitórias seguidas que dão moral e confiança ao time. Na seqüência terá a Portuguesa e o São Caetano em casa e Barueri fora. Nesse momento o time de Palestra Itália é o que tem mais condições de se classificar e ser o campeão."

Blog do PVC
"Não, desta vez o Palmeiras não venceu de virada, como fez contra Bragantino, Ponte Preta e São Paulo. Venceu com viradas. Daquelas que o time treina exaustivamente, nos trabalhos táticos na Academia de Futebol. De Élder Granja para Leandro e o inverso também. Ou com a passagem sempre precisa pelo pé direito de Léo Lima. Este é, para o Palmeiras de 2008, o que Mazinho foi para a equipe do bi paulista de 1993 e 1994. Em Jundiaí, o time de Luxemburgo fez 2 x 0 em jogadas de Alex Mineiro para Valdivia e Valdivia para Alex Mineiro. Depois, contou o tempo para fechar a rodada com 31 pontos e a uma vitória da classificação."


Blog do Lédio - By Vitor Caneto
"Time que encanta e vibra. É parecido com os versos do hino palmeirense que o time de Vanderlei Luxemburgo vem jogando. O Palmeiras fez ótimo primeiro tempo, abriu 2 a 0, e apenas administrou o resultado na segunda etapa. Diego Souza esteve apagado hoje, mas Alex Mineiro e Valdívia resolveram a partida contra o Paulista. Aliás, é bom ver variedade nas comemorações. Dessa vez o Coelhinho da Páscoa, em vez do choro ou do créu. Ter um bom elenco é isso. Quando um destaque não resolve, aparece outro. O alviverde é favorito ao título paulista. E já está praticamente classificado, com 31 pontos. Faltam 3 jogos."

Blog do Juca
"Com pouco mais de um minuto de jogo em Jundiaí, Neto Baiano subiu livre na área do Palmeiras e cabeceou no chão, com força. Só não fez 1 a 0 para o Paulista porque São Marcos operou uma grande defesa. E se um bom time começa por um grande goleiro, o Palmeiras tem dois, um em campo e o outro no banco. Além do mais, tem hoje um time já entrosado e sem nenhum cabeça de bagre, ao contrário. E foi esse time que se impôs se maiores dificuldades depois do susto inicial. E o Palmeiras voltou para São Paulo feliz da vida, depois de aproveitar bem o sábado de Aleluia e poder desfrutar do domingo de Páscoa."


Vale Menção - Do Blog do Rizek
"Outro dia fui ao Palmeiras e fiquei vendo o Marcos treinar. É impossível não parar um minuto que seja para ver um gênio trabalhar. Lembrei do que escrevi, quando Vanderlei Luxemburgo barrou Diego Cavalieri para promover a volta do campeão mundial. Eu dizia que era “uma bobagem”. A cada rodada, Marcos mostra que “uma bobagem” foi o que escrevi. Os fatos vêm em primeiro lugar aqui..."

Atualizações

Desculpem.

Devido à problemas pessoais, esse blog ficou algum tempo sem atualizações.
Agora, tudo voltará ao normal, com o blog sendo atualizado sempre às segundas, quintas e sábados.

Abraços,

Lá e aqui

Chelsea 2 X 1 Arsenal foi um clássico “clássico”, com direto a virada do time de (???) Beletti, que se mantém na briga pelo título inglês, cinco pontos atrás do líder Manchester. Dois momentos do jogo, particularmente, me chamaram a atenção.

Primeiro, o Arsenal saiu na frente. A torcida do Chelsea começa a gritar “Mourinho, mourinho”, referência ex-técnico do time. Bela cornetada no israelense que hoje dirige o time de Roman Abramovich. Existe uma ala palmeirense (e eu me considero parte dela) que tem como referência às academias e o time de 93/94. Essa ala, ficou conhecida como "Turma do Amendoin" depois que o ex-técnico alvi-verde Luiz Felipe Scolari reclamou das constantes reclamações da torcida. Respeito e admiro muito o Felipão, mas fico pensando como ele taxaria a torcida de o estádio inteiro tivesse pedido a volta do Luxa em 1998, como a torcida do Chelsea fez ontem.

Aos 27 do segundo tempo, Drogba marca o gol de empate do Chelsea, que estava perdendo para o Arsenal (time com a camisa mais feia do universo). O atacante tira a camisa e corre para a arquibancada, para abraçar os torcedores do time. Primeira observação: torcedor civilizado é uma coisa linda. Os caras abraçaram o jogador e depois, deixaram-no voltar ao campo para jogar bola. Além disso, nada como um estádio sem alambrado.

Segunda observação: a comemoração do atacante. Imagine o Drogba sendo contratado por um time brasileiro. Ele estréia num clássico, marca o gol da vitória e corre para comemorar com a torcida. Cartão amarelo certo e gratuito. E chato. Sim, porque a cada dia, o futebol brasileiro está ficando mais chato. E fresco. É a bambinização total do futebol tupiniquim. Jogador não pode comemorar com a torcida que toma cartão. Técnico não pode reclamar falta que toma cartão. Jogador não pode aplicar drible que é falta de respeito com o adversário.

Os dirigentes, comissões de arbitragem e principalmente técnicos e jogadores que defendem o futebol moderno (ou seja, grosso e feio) deveriam todos ir jogar bola na rua ou em campos de terra, para lembrar que esse é um esporte feito de magia. Onde frescura e chatice não deveria ter lugar.

terça-feira, 11 de março de 2008

E depois, quando "elas" reclamam...


Jogador promete ficar um ano sem sexo se marcar contra o Real Madrid

O volante De Guzmán, do La Coruña, fez uma promessa inusitada para a próxima partida da equipe, diante do Real Madrid, pelo Campeonato Espanhol.

"Se fizer um gol no Real Madrid, fico um ano sem sexo", declarou o jogador canadense, após o treino desta terça-feira.

Em outubro de 2005, De Guzmán abriu o placar da vitória do La Coruña sobre o clube da capital por 3 a 1. Portanto marcar contra o próximo adversário não seria um fato inédito.

O canadense, que está em sua terceira temporada pelo clube, é o terceiro jogador que mais atuou no atual Campeonato Espanhol, atrás do zagueiro Coloccini e do lateral Manuel Pablo. Nas últimas 21 partidas, De Guzmán foi titular e não foi substituído.

Da Agência Lancepress

segunda-feira, 3 de março de 2008

Magia

Uma imagem (ilustrada) vale mais que 90 minutos de futebol...


Chora, freguesia!