sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Dica do Blog

Artic Mokeys cantando "You Know That I'm no Good", da Amy Winehouse.

Simplemente genial.

Malas&Mulas 2008

Clichês, clichês, mas esse blog também curte uma listinha escrachada. Então, esse final de ano não poderíamos passar em branco. Vamos começar com os Malas & Mulas de 2008, uma seleção única e exclusivamente MINHA de personalidades, fatos e eventos que torraram o saco até de quem não tem durante o ano que passou.

Atenção: Essa lista é completamente parcial. Se você não concorda, a caixa de comentários serve para isso.

Mala do ano na TV: Dona Irene, claro! Vai se burra assim na PQP! E olha que eu nem vejo novela. mas a personagem da Glória Menezes é, de longe, um dos mais chatos, imbecis e idiotas que já existiu na história da teledramaturgia brasileira.

Mula do ano na TV: Para a fantástica fusão do grupo Fontini em A Favorita que só falta chamar os telespectadores de imbecis! Tem quem ser muito idiota mesmo pra retratar uma fusão de duas mega companhias como se fosse um acordo de troca de figurinhas! Fiquei sabendo que Setúbal e Moreira Salles estão doidos pra contratar a Flora!

Mula mór na TV: Novela/Série/Bizarrice Mutantes – Caminho do Coração. Com menção honrosa para o brilhante nome da nova série da Record “A Lei e o Crime”. Não basta clonar a Globo, é preciso plagiar a TV americana também. Pra PQP...

Mula Hollywoodiana: para o Batman Cristhian Bale, que confundiu a mãe com a mulher gato e saiu dando tapas.

Mula brasiliana: Para Luana Piovani e Dado Dolabella, novas estrelas da Luta Livre Brasileira.

Mula do ano nos negócios (Brasil): Ahahah, fácil essa, não? O pequeno geniozinho que transformou o Opprtunity em um império conseguiu cagar e andar e foi condenado há dez anos de prisão. Palmas para Daniel Dantas!

Mula do ano nos negócios (Intercional): Para todos que deram seu dinheiro para Bernard Madoff.

Mula do ano no Direito: Para o ego infinito do presidente do STJ, Gilmar Mendes, pelos dois habeas corpus concedidos para o banqueiro FDP, DD. Aqui, vale a menção honrosa para todo o STJ pela fantástica e imbecil decisão da demarcação contínua da reserva Raposa do Sol. O Brasil é para os índios, vamos todos embora daqui! Começando, preferencialmente, pelos nossos maravilhosos ministros.

Mula do ano na cartolagem futebolística: Para Marco Aurélio Cunha e sua grandiosa intervenção na negociação do caso Eloá.

Mala no automobilismo: Rubinho perdedor Barrichello

Mala do ano no futebol (técnico): Renato Gaucho e sua brincadeira com o Fluminense no Campeonato Brasileiro

Mala do ano no futebol (jogador): Alex Mineiro, e sua justificativa extremamente são paulina ao deixar o Palmeiras.

Mula do ano no futebol: Ronaldo e as travecas!

Mula em Ação de marketing esportiva: A campanha “Vira-casaca” do São Paulo Futebol Clube. Ficaria melhor se fosse “vira-boiola”...

Mula Olímpica: para o imbecil que decidiu fazer uma dublagem na abertura das Olimpíadas porque a menina cantora era feia.

Mala no jornalismo: A série de reportagem sobre bombeiros que o “jornalismo verdade” da Record fez para promover o lançamento da novela Chamas da Vida.

Mala do ano na política nacional: Celso Amorim e a subserviência do Brasil às fanfarronices de Chávez, Kiko, Chiquinha & Cia.

Mula do ano na política nacional: A brilhante definição do nosso amado presidente sobre a marolinha que está sendo a maior crise econômica e financeira do mundo desde a Grande Depressão.

Mala do ano na política (internacional): Chávez, Chávez, Chávez... Todos atentos olhando pra TV (para seus milhões de pronunciamentos em cadeia nacional, é claro).

Mula do ano na política (internacional): Sarah Palin, imbatível e insuperável (com menção honrosa para Silvio Berlusconi, que gosta de líderes “bronzeados”).

Mula solidária: Levam a melhor os voluntários malandrinhos de Santa Catarina.

Mala&Mula do ano na música e em tudo: Malu Magalhães, ÓBVIO! Também merece o prêmio de pior corte de cabelo do universo! A adolescente riquinha que sonha em ser pobre, morar na praça da Sé junto com um gato e seu amante (Marcelo Camelo) leva o prêmio pelas suas entrevistas pseudo-intelectuais com palavras selecionadas a dedo no dicionário, que soam bonita mas cujo conteúdo tem a profundidade de uma gota d’água em cima de uma esponja. Destaque para seu visual sujinho, muito semelhante ao dos mendigos do centro de São Paulo (só espero que alguém tenha avisado para a chata que moradores de rua não sabem falar inglês, não ganham violão do papai e nem tem computador com internet para postar musiquinhas no My Space). Essa geração Trakinas...


Lembro de mais alguém que merece o Troféu? Posta ai nos comentários.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Você Sabia? (especial de Natal)

... Que a vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena?
... Que as pessoas boas devem amar seus inimigos?
... Que nesta vila estão proibidos os animais e as crianças pequenas?
... Que aqui tem suco de limão que parece laranja mas tem gosto de Tamarindo?
... Que isso, isso, isso?

Quase passou...

... mas não esqueci.
Fica aqui, a justa homenagem ao São Paulo futebol clube, tri, hexa e jamais hétero campeão brasileiro de 2008:


Veja

Para quem gosta de fotografia, clique aqui e veja a melhores de 2008. Tanto dos momentos maravilhosos, quanto dos chocantes.

Sensacional.
Só fica a alerta: caso seja sensível, não clique nas imagens com fundo preto. É horripilante.

(dica do Blog É Cada Coisa!)

Presente

(com informações do Blog do Noblat)

Informação relevante I

Dos 181 países que fazem parte da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil é o ÚNICO que paga salários aos vereadores.

Informação relevante II

O Senado aprovou a proposta para aumento no número de vereadores, mas rejeitou a parte que condicionava o aumento no número de vagas à diminuição no repasse de 5% para 2% da receita líquida dos municípios para manutenção das Câmaras de Vereadores.

Conclusão: O Papai Noel já soltou a boquinha para não se convocado para a CPI! Isso é que é presente de Natal para os políticos, e de GREGO para a população Brasileira.

Haja saco para enfiar tudo isso dentro!

Ho-ho-ho-ho-ho!

Do Blog do Anselmo:

CPI do Natal
Do deputado gaiato Gustavo Fruet fazendo piada com a obsessão das CPIs em convocar autoridades para depor:

- Na quarta-feira que vem, vamos convocar para ser ouvido o Papai Noel, porque temos pesquisas que indicam que uma parcela das crianças não acreditam na sua existência.

Comentário do Blog: Que bom que algum político conseguiu finalmente perceber o grande circo que são as CPIs. O espírito é essse mesmo, Fruet. E digo mais: as renas também deveriam ser convidadas para a depor, uma vez que elas são testemunhas de todas as ações do bon velhinho.

O único problema nessa história toda é que, do jeito que nossos políticos são aparecidos, é capaz de ficarem horas e horas entrevistando o Papai Noel (ao vivo pela TV Câmara) para propositalmente, se apossarem do saco de presentes e dividirem tudo entre eles, deixando o resto do mundo sem as lembrancinhas natalinas.

Duvida?

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Essas meninas

Do Blog da dona Camila Orantes, vulgo Christine:

- Por favor, eu queria fazer um pedido. Vc tem açai em rodelas ? (a banana era em rodelas)
- Moço, quanto custou tudo ?
- Treze reias e dez centavos.
- Oh Tici, quer "trozo" pra quanto ??? (era o troco)
- Vc viu a novela ontem ??? O "Figueirinha" falou pra Flora ... (Figueirinha era o Silveirinha)
- Mas vc viu a cena do prefeito ??? A Grace achou a chave da Dedina em cima da cama do Damião (era o brinco)
- Olha só como eles entregam as coisas !!! Um potinho em cima do outro, mega equilibrado !!! Parece uma torre de pastel !!! (era torre de babel)

Ressaca de sono é pior que a de bebida !
Conclusão: é muito melhor beber do que ficar sem dormir !

Conclusão do Blog (aliás, duas!):
É por isso que eu sempre digo que não confio em alguém que não beba álcool!
E é por essas e outras que eu amo essa loira, aquariana, maluca, sem noção e ÓTIMA amiga que é a dona Camila.

Esperto

Meninos, se preparem.

Segundo reportagem publicada na revista The Economist, edição de 4 de dezembro, a qualidade do esperma depende da inteligência do homem. Segundo o estudo Intelligence, de Rosalind Arden, do King's College de Londres, inteligência é sexy e garante melhores célular reprodutivas.

Nota do blog: Isso não é novidade, claro.

Todo mulher sabe que corpinho sem conteúdo, só se for pra usar e jogar fora.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

X-Cadeia

Do G1

Um jovem de Vero Beach, na Flórida, enfrentará na Justiça acusações de violência doméstica depois de atacar sua namorada com um cheeseburguer.

O boletim de ocorrência diz que o homem de 22 anos e sua namorada brigaram quando estavam no carro, em frente à casa onde moram.

Ele não queria deixar que ela saísse do veículo e, então, os dois partiram para a agressão. A namorada jogou bebida dentro do carro. O homem reagiu, pegando ela pelo braço e esfregando cheeseburguer em sua cara.

Os dois saíram do veículo e o namorado mais uma vez esfregou o lanche do McDonald’s no rosto de sua namorada. O jovem foi detido. Ele conseguiu a liberdade na quarta-feira (3), após pagar fiança de US$ 1 mil (cerca de R$ 2,5 mil), mas ainda responderá pela agressão na Justiça.

Artigo - Tipinhos esquisitos

Por Fábio Barros*

Final de ano é época de festas, descontração e homenagens. Como ferrenho defensor das tradições natalinas, achei que seria legal se este último artigo do ano homenageasse algumas pessoas que tornam nosso dia-a-dia tão mais animado e feliz: os supimpas clientes das assessorias de imprensa.

A homenagem, no entanto, não vai para os clientes medianos. Uma ocasião especial como esta merece que falemos de pessoas especiais, que moram nos corações de cada um dos assessores de imprensa deste País: os tipinhos esquisitos que povoam os departamentos de comunicação, os departamentos de marketing, as diretorias, as vice-presidências e as presidências das empresas deste Brasil varonil.

Alguns deles podem ser de difícil identificação, por isso sua classificação vai acompanhada de uma frase que o caracterize bem e, para ninguém dizer que não ouço os dois lados, alguns comentários que bem poderiam ser feitos por seus fiéis assessores de imprensa.

Clássico
“A entrevista foi boa, mas eu quero aprovar a matéria antes de o jornalista publicar”.
Não quer não. Não quer porque entrevista você dá, não empresta. Não quer porque isso não existe. Não quer porque você não é editor. Não quer porque você não é o dono do jornal (e muitos deles não lêem as matérias antes de publicadas). Não quer porque matéria não é anúncio que precisa de aprovação e não quer porque você deveria ter o mínimo de informações necessárias para ter segurança sobre as coisas que diz quando dá entrevistas.

Tio Patinhas
“Quanto custa para publicar este release na Veja?”
Olha, no seu caso vai custar uns bons muitos anos de aprendizado, mas para facilitar, toma aqui o e-mail e o telefone do editor-chefe. Liga lá e fala direto com ele.

Obediente
“Eu mesmo não vejo utilidade em assessoria de imprensa. Só tenho uma porque a matriz exige”.
Você deveria obedecê-los também quando eles exigem que a empresa apareça em pelo menos 10 matérias por mês e se dispor a dar entrevistas, ao invés de ficar aí reclamando. Depois descobre que seu cargo está balançando e vai exigir dar entrevista pra Deus e o mundo só para descolar outro emprego.

Vendedor
“Olha, nunca fiz uma venda que tivesse sido gerada por matéria em jornal”.
Se é assim, você devia deixar de jogar dinheiro fora. Dispensa a assessoria, que não tem mesmo a função de vender produto, e contrata logo um ou dois vendedores.

Chique
“É duro esse negócio de ficar pagando almoço para jornalista que almoça mortadela todo dia”.
Tem razão. Imagina então para o jornalista, que tem de passar horas ouvindo você e seus gerentes falando de assuntos absolutamente sem interesse, só por causa do almoço.

Samaritano
“Acho que vocês fecharam contrato comigo só por interesse comercial”
É verdade. Vamos fazer assim então: eu fecho minha assessoria e fundo uma ONG para prestação de serviços assistencialistas de imprensa, desde que você também passe a atender os seus clientes sem qualquer interesse comercial.

Comunitário
“Não gostei do resultado desta ação. Nenhum amigo meu viu a matéria”.
Ah, mas você tinha que ter explicados os objetivos antes. Da próxima vez distribuímos o release usando as vendedoras da Avon que atendem o seu bairro.

Familiar
“Você consegue umas 20 dessas para eu levar para casa?”
Consigo sim, fácil, fácil. Algumas editoras, inclusive, estão criando um serviço gratuito de distribuição de exemplares somente para as fontes fotografadas pela revista. Se você preferir, me passa o mailing da sua família e eles entregam nas casas deles.

Invejoso
“Por que a matéria tem foto do concorrente e não tem nenhuma minha?”
Apesar de todas as key messages definidas para sua empresa terem sido citadas na matéria, e de forma positiva, esta falha imperdoável do jornalista acabou com todo nosso esforço. Só me ocorre um motivo: estética. Já lhe ocorreu que, no processo de evolução natural da espécie humana, os progenitores de seu concorrente podem tê-lo agraciado com genes melhores que os seus?

Amigo do rei
“Vou ligar pro dono da rádio e dizer para ele mandar o repórter vir aqui me entrevistar”.
Melhor que isso. Compra a rádio de uma vez e fala nela o dia todo, assim não tem chance de erro.

Precavido
“Por que eu não fui avisado de que esta matéria seria publicada hoje?”
Porque você não trabalha no jornal. Porque o editor não fornece a agenda de publicações dele para as assessorias. Porque eu sou assessor e não secretário de redação da publicação. Porque você recebe periodicamente um relatório onde, além desta, estão todas as outras matérias sobre sua empresa e ele serve exatamente para que você possa vê-las todas de uma vez, sem ter de me ligar todos os dias.

Milagreiro
“Agora que temos uma assessoria, quando começamos a aparecer na imprensa”.
Olha, como eu sou jornalista e não o Espírito Santo, vai ser difícil fazer surgirem do nada matérias sobre sua empresa. As chances de você aparecer aumentam razoavelmente à medida que você me forneça informações consistentes sobre seu negócio e seu mercado.

Exclusivo
“Por que o jornalista não quis fazer a entrevista pessoalmente?”
Provavelmente porque ele tem 47 entrevistas para fazer as 15 matérias que ele tem que entregar ainda hoje. Mas isso não justifica, né? Deve ser má vontade mesmo.

Inseguro
“Será que ele entendeu direitinho tudo o que eu disse?”
Você entendeu e eu entendi, agora, o jornalista, não sei não. Sabe, o veículo para o qual ele trabalha tem o péssimo hábito de contratar pessoas com déficit de atenção e dislexia. Raramente eles entendem as entrevistas que fazem. Aliás, nem sei como conseguem publicar uma edição depois da outra.

Momentâneo
“A imprensa está informada do momento maravilhoso pelo qual minha empresa está passando?”
Que está, está. O que está difícil de informar para eles é que você não aceita o ‘pouco’ espaço que tem recebido porque não percebe que o mundo vai além de sua empresa e que todos os dias acontecem coisas que, embora você não ache, merecem muito mais destaque e análises do que o maravilhoso momento de sua companhia.

Grato
“Vou ligar para o jornalista para agradecer a matéria”.
Não faça isso, ele vai acabar achando que fez alguma coisa errada.Estes são alguns dos tipinhos esquisitos dos quais me lembrei (sim, são todos reais). Quem se lembrar de outros (sim, há muitos mais), inclua nos comentários e aumente nossa galeria.

Comentário do Blog:
Não sei que é o Fábio Barros autor dessa pérola, mas eu assino embaixo sem tirar nem por!!!!

Piada pronta e burra

Do Filtro:

Universidades privadas querem proibir divulgação de avaliações
Formado por um grupo de instituições privadas de ensino superior, um dos tantos lobbies no Congresso está tentando impedir a divulgação pública de dados das suas avaliações por parte do Ministério da Educação. A Frente Parlamentar em Defesa do Ensino Privado, constituída por mais de 170 deputados e senadores, articula um projeto de lei para alterar o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (Sinaes), que obriga a publicação, entre outros indicadores, do Conceito Preliminar de Curso (CPC) e do Índice Geral de Cursos (IGC). Não por coincidência, a maioria das particulares vai mal nesses indicadores, informa o Estadão. Afinal, qual seria o motivo para as universidades particulares tentarem barrar a apresentação de seus dados senão o de esconder as deficiências?



Comentário do Blog:
Não sei se rio, choro ou mudo de país. É impressionante como no Brasil todos são pequenos ditadores tentando controlar as informações! O mais irônico de tudo isso é que, com o nível de educação medieval brasileiro, nossos adorados e honoráveis representantes se mobilizem para criar um dispositivo que joga mais sujeira em baixo do tapete, quando a situação deveria ser exatamente ao contrário.

Mas não, imagina, nós pagamos uma fortuna para nossos representantes chutarem ainda mais o balde e ferrar cada vez mais com nossa já medíocre situação social. E ainda tem gente que tem a cara de pau de achar que o governo sabe o que é melhor para todos, quando no máximo, eles sabem o que é bom para os bolsos deles e de seus financiadores de campanha e olhe lá

E depois as pessoas reclamam quando dizem que isso aqui é o país da piada pronta. Piada burra, diga-se de passagem, porque nem para ter um senso de humor refinado prestamos, já que qualquer coisa que exija um QI acima de 90 se torna inteligível para a maioria da população.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

O menor conto de fadas do mundo

Era uma vez uma LINDA moça que perguntou a um lindo rapaz:
- Você quer casar comigo?
E ele respondeu:
- NÃO!!!!

E a moça viveu feliz para sempre!Foi viajar, vivia fazendo compras, tinha roupas, sapatos e bolsas maravilhosas, conheceu muuuuitossss outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia, trocou de carro, redecorou sua casa.Sempre estava sorrindo, de bom humor e com a pele boa, pois não tinha sogra, não tinha que aguentar mau humor de homem, não tinha que lavar, passar, nunca lhe faltava nada, bebia champanhe com as amigas sempre que estava com vontade e ninguém mandava nela.

O rapaz ficou barrigudo, careca, a bunda murchou, ficou sozinho e pobre, pois nenhum homem constrói nada sem uma MULHER.

Pérolas dos clientes

Essa foi uma das mais toscas do ano.

A assessora manda um e-mail para a cliente após divulgar o release da tradicional festa de ano novo do local X.

"Prezada Fulana,

Já divulgamos o release sobre a festa de ano novo para a imprensa. Você teria algumas fotos para podermos ter em mão, caso algum jornalista solicite?"

Resposta:

"Cicrana,

A festa ainda não aconteceu."

Réplica da assessora:

"Fulana,

Não são as fotos da festa desse ano que eu preciso, mas imagens de outras festas de ano novo que já ocorreram ai. É possível me mandar?

Grata."

A Pergunta que não quer calar: É ou não é de cair o cú da bunda?

Fabricando dinheiro, destruindo riqueza

Do Blog do Rodrigo Constantino

“The great inflations of our age are not acts of God. They are man-made or, to say it bluntly, government-made. They are the offshoots of doctrines that ascribe to governments the magic power of creating wealth out of nothing and of making people happy by raising the ‘national income’.” (Mises)

Em As Aventuras de Jonas, O Ingênuo, Ken Schoolland explica, de forma divertida e simples, inúmeros princípios da liberdade. Por mais incrível que isso possa parecer, o livro, escrito para crianças, é uma fonte muito melhor para aprender noções básicas de economia do que artigos de certos economistas com Prêmio Nobel. O foco na lógica dos argumentos é muito mais importante que o apelo à autoridade.

Um caso típico está na questão do dinheiro e a origem da inflação. Um macro-economista como Paul Krugman, por exemplo, recomenda o déficit fiscal do governo como meio para estimular a economia e, portanto, a produção de riqueza. Imprimir dinheiro para gastar seria uma forma de aquecer o consumo e, por tabela, aumentar a produção e o emprego. A carroça vem na frente dos bois, puxando-os!

Mas Jonas, o garoto ingênuo que se perde numa ilha, faz perguntas incômodas. Ele pergunta coisas bem simples, que renomados e premiados economistas preferem simplesmente ignorar.Quando Jonas escuta um ruído de máquinas que parecem uma impressora, ele fica animado, pensando se tratar de um jornal. No entanto, ele acaba descobrindo que o barulho vem da Casa da Moeda. Sua imediata decepção é porque ele pensava estar diante de uma impressora de considerável importância, responsável por divulgar notícias relevantes sobre a cidade. Mas o casal nativo explica que aquela é a impressora mais importante da ilha, pois pertence ao órgão responsável pela felicidade de muitas pessoas.

As impressoras trabalham para imprimir montanhas de dinheiro, para fazer as pessoas felizes. Jonas parece achar aquilo uma grande idéia. Ora, se ele pudesse imprimir algum dinheiro... Mas ele logo é interrompido, e o casal explica que isso é impossível. Qualquer um que tente imprimir dinheiro sem ter sido incumbido disso pelo governo é considerado um “falsificador”, e é jogado atrás das grades. Esses “salafrários” não são tolerados na cidade. Eis a explicação deles: “Quando falsificadores imprimem dinheiro e gastam-no, o dinheiro deles invade as ruas e tira o valor do dinheiro das outras pessoas. Qualquer pobre alma que tenha uma renda fixa de salário, poupança ou aposentadoria iria logo constatar que seu dinheiro perdeu valor”.

Mas, naturalmente, Jonas ficou confuso. Ele disse: “Pensei que o senhor havia dito que imprimir montanhas de dinheiro torna as pessoas felizes”. O casal foi forçado a concordar, mas frisou que apenas a impressão oficial de dinheiro era capaz de fazê-las felizes. O casal explicou que no caso de papel impresso oficialmente, chamavam de “financiamento do déficit”, e que ele era parte de um “elaborado e sofisticado plano de gastos”. Se o dinheiro for oficial, então os responsáveis por sua impressão não são ladrões. Na verdade, os que gastam esse dinheiro são os membros do governo, pessoas generosas que “gastam o dinheiro em projetos para as pessoas leais que gentilmente votam neles”.

Jonas tinha apenas mais uma pergunta: “O que acontece com os salários, as economias e as aposentadorias de todo mundo? Vocês tinham dito que o valor do dinheiro diminui quando mais dinheiro é impresso. Isso também acontece quando é o governo que imprime o dinheiro? E todos ficam satisfeitos com isso?” O casal respondeu que sim, que todos ficavam felizes quando o governo gastava dinheiro com eles, pois haviam muitas necessidades, e que os governantes eram muito escrupulosos em sua busca das origens dos problemas na ilha.

O clima e o azar, por exemplo, eram as principais causas de suas dificuldades. Eram eles os responsáveis pelo aumento dos preços e queda do padrão de vida. Sem falar dos estrangeiros! Os inimigos externos eram um grande infortúnio para os moradores da ilha, pois vendiam produtos com preços altos, prejudicando os negócios na ilha, e com preços baixos também, tirando os empregos locais. Para proteger os moradores da ilha desses estrangeiros havia os sábios do governo. Eles eram capazes de decidir o que é bom para o povo.

A conversa teve que ser interrompida, pois o casal estava com pressa para ir encontrar o gerente de investimentos no banco. É que eles não queriam perder a oportunidade da onda de entusiasmo com os negócios de compra de terras e metais preciosos. O homem disse: “Coitados dos pobres que não aproveitaram o boom como nós aproveitamos!” E Jonas foi embora sem compreender direito porque as pessoas ficavam felizes quando o governo imprimia dinheiro, mas porque ninguém mais poderia fazer o mesmo.

A questão, eu creio, não foi bem explicada por nenhum dos mais famosos macro-economistas até hoje, incluindo o mais recente Prêmio Nobel, Paul Krugman. Por que razão mesmo é bom para a economia e a felicidade das pessoas – especialmente os mais pobres – quando o governo resolve imprimir dinheiro de papel? E por que exatamente a mesma lógica não se aplica quando os “falsificadores” resolvem imprimir um papel igual? Algum Nobel de economia poderia responder?

Comida na Cadeia

Do Blog do Anselmo Gois

A Câmara vota hoje, é sério, projeto do deputado Eliene Lima (PP-MT) que determina a contratação de um médico e um nutricionista nos presídios brasileiros para elaboração de... "cardápios balanceados para os presos".
O deputado Jair Bolsonaro, do mesmo partido de Eliene, organiza uma brigada para derrubar o projeto.

No caso...
O PP de Eliene deve ser Partido... dos Presidiários.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Ele pode

Eu tenho entradas para o teatro.
Dr. House querendo ver Dr. Cuddy pelada

Todo mundo mente.
Dr. House sobre todo mundo

Preciso ir - o prédio está cheio de pessoas doentes. Se correr, talvez consiga evitá-los.
Dr. House sobre o hospital

Se você fala com Deus você é religioso; se Deus fala com você, você é esquizofrênico!!!
House sobre seus pacientes religiosos

Obrigada!
Drª.Cuddy depois que o Dr. House apertou sua bunda

Eu sou o diretor do departamento de doenças infecciosas, com dupla especialização em doenças infecciosas e nefrologia. Eu também sou o único doutor empregado nesse hospital que é obrigado a estar aqui contra sua vontade. Mas sem preocupações, afinal a maioria de vocês poderia ser tratado por um macaco com um frasco de analgésicos. E por falar nisso, vocês talvez vejam eu tomando comprimidos. É Vicodin, é meu, não é para vocês. E eu não tenho um problema com administração de dor, e sim um problema com dor. Mas quem sabe? Talvez eu esteja errado. Talvez eu esteja doidão demais para saber. Então, quem quer ser atendido por mim?
Dr. House sobre uma sala cheia de pacientes a serem atendidos

Você tem um parasita dentro de você.
Dr. House sobre grávida

Ela me largou depois que eu perdi meus últimos 40 kg, falou que tinha menos de mim pra ela amar!
Dr. House sobre gordo afim da Cameron

Aprendi a ser medico com Patch Adams.
House irônico

Seu cabelo faz você parecer uma prostituta. Eu gosto.
House sobre Dra. Cameron de cabelos loiros

Ela tem Deus dentro dela, seria mais fácil se tivesse um tumor.
House sobre uma paciente freira

Ele está morrendo.
House sobre a maioria de seus pacientes

Fora de moda

Sexta-feira, por volta das 00h30, estou eu descendo com a Anaísa a rua Augusta sentido Consolação. Como não rolou a roda de samba na Livraria Cultura, resolvemos conhecer o Boteco do Malandro, novo point da Augusta (por sinal, o lugar é muito bacana e arejado, raridade por aquelas bandas. O único problema são os garçons, que são saidinhos. Nesse caso, evite sentar no balcão e está tudo ok. Mas vamos voltar ao assunto do post inicial).

Quando estávamos passando por aquele ponto da Augusta onde se muvucam milhares de minis-indies e emos fumando como babacas e melando suas franjas sujas com quilos de óleos, eis que tem um grupelho com umas cinco pivetas. Ai, eu escuto a pérola. Uma poser para a outra:

- Você é hetero? Credoooooooo!


Credo mesmo. Ninguém merece ouvir uma aberração destas.

Pérolas dos jornalistas: O Início

Vamos falar sério: follows toscos, respostas mais idiotas ainda. Tá na hora de desmistificar o papo de que só assessor fala bobagem ao telefone. E é por isso que esse post nasce (e se multiplicará sempre que algum coleguinha de redação fale alguma bobagem sem tamanho ou tenha uma atitude, no mínimo, fora dos padrões "jornalísticos".

E vamos lá!

A assessora faz uma notinha e manda para a jornalista. Em seguida, liga para fazer o follow.

- Oi Fulana, tudo bem? Recebeu a sugestão que eu te mandei?
- Ah recebi. Mas queria te dizer que quem faz os tijolinhos somos nós.
- É claro. Isso que eu enviei foi apenas uma sugestão.
- Tá, mas quem faz o texto sou eu, tá? Sou eu!!!

Duas observações:
Ainda bem que é a repórter quem faz o texto, né? Reescrever o texto é o mínimo que se espera de quem ganha para fazer isso.
Além de tudo, ALGUÉM FALOU QUE ERA PARA ELA COPIAR E COLAR O QUE FOI ENVIADO PELA ASSESSORIA?

Tem gente que fica tão na neura achando que todo assessor quer dominar o mundo que esquece do óbvio: prestar atenção na conversa.