quinta-feira, 28 de maio de 2009

Luta de classes

Engels:
— Aí Marx, os moleque da 6ª. F tão levando uma surra.

Marx:
— Demorô Engels, vamo lá ensinar esses comédia que ninguém mexe com a 6ª. F!!! Vou chegar dando uma voadora bem no peito... Iiiiiiiiéééééeéé!!!!!Iiiiiiiiéééééeéé!!!!! [x3]

Roosevelt:
— Bando de merdinhas, todo mundo para a diretoria já! Hoje vocês conhecerão o Big Stick...


Da comunidade do Orkut

quarta-feira, 27 de maio de 2009

A briguinha imbecil e institucionalizada que tomou conta do Brasil

Para os verdadeiros liberais (ou seja, os libertários), é uma coisa quase ridícula ver a briga entre petistas e tucanos. Os tucanos acusam os petistas de serem comunistas. Os petistas acusam os tucanos de serem neo-liberais do capeta que vão privatizar o Brasil inteiro. Enquanto isso, eu e todos os liberais de VERDADE sabem que a única diferença entre PSDB e PT é que o PSDB quer um Estado mínimo com 40% de carga tributária e o PT quer um Estado não mínimo com 40% de carga tributária. Já cansei de dizer que a Dilma é o Serra com saias e peruca e não mudo minha opinião - chego a arriscar o palpite que, do ponto de vista econômico, ela até seria melhor, já que todos sabemos que o todo poderoso governador de São Paulo acha que ele é a única pessoa do mundo que sabe das coisas. Whatever, os dois são intervencionistas e adoram um Estado forte e intervencionista. Tanto PT quanto PSDB gostam do capitalismo sem riscos: lucros privados para os amigos do rei e a conta, a população que pague.

Mas isso não é novidade, claro. Só estou recapitulando tudo isso por conta de um episódio que ocorreu essa semana. Na segunda-feira, 25 de maio, o Instituto Mises Brasil, onde eu trabalho, organizou o Dia da LIberdade de Impostos aqui em São Paulo. Porque somos a favor da trocas voluntárias entre os indivíduos e contra a violência estatal. O protesto ocorreu em outras três cidades, incluindo o Rio de Janeiro, onde foi organizado pelo Instituto Millenium. Que, para quem não conhece, é o mais social-democrata dos institutos ditos liberais do Brasil.

Obviamente, o fato de o Imil ter o editor-chefe da Veja como um de seus colaboradores foi motivo para atiçar a briguinha institucionalizada PT X PSDB (essa que eu cito no título do post).

Segue a reprodução do texto que o jornalista (ou seria ex?) Luiz Nassif publicou sobre o Dia da LIberdade de Impostos no blog dele.

Ontem o Instituto Millenium, do Rio Grande do Sul, lançou a campanha “gasolina sem impostos”. Escolheram meia dúzia de postos no Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas. Eles vendem a gasolina sem cobrar a CIDE - que será paga pelo Instituto. A ideia é mostrar como o governo tunga os contribuintes com impostos.

A quantidade de postos era irrisória; os ecos na mídia, desproporcionais.

Fazem parte do Conselho de Governança do Instituto Gustavo Franco e alguns próceres da mídia, como Roberto Civita e João Roberto Marinho. O gestor do fundo patrimonial é Armínio Fraga. O Conselho Editorial é composto por Antonio Carlos Pereira - chefe dos editorialistas do Estadão - e do inacreditável Eurípedes Alcântara, da Veja.

A ironia da história é que a CIDE foi criada por um governo do qual faziam parte Gustavo Franco e Arminio Fraga. Foi reduzida recentemente.

É importante haver centros de pensamento liberais de bom nível - assim como de outras tendências. Mas não se pode enveredar pela fabricação de factóides que, em vez de elevar o debate, acabam denotando oportunismo político.


Todos sabem que o Nassif é um árduo defensor do Governo Lula e possui uma briga declarada com a revista Veja. Até ai, tudo bem. Ele tem todo o direito de criticar o Instituto Millenium de ser incoerente. O que ele não pode é deixar de checar informação e publicar uma informação errada. Sei que estou longe de ter a carreira no jornalismo que o Nassif tem (e, sinceramente, se for para escrever besteiras como essa, não quero mesmo), mas publicar a informação correta é pressuposto básico da profissão, qualquer foca sabe. Portanto, é imperdoável que um dos jornalistas que é tido como referência no Brasil tenha cometidos tantos erros grotescos em um texto tão, mínimo.

Como ele aparentemente não pretende corrigir o texto no blog, eu publico aqui, por ele, uma errata.

1. O Instituto Milennium não é gaucho. Sua sede fica no Rio de Janeiro.
2. Não foram mea dúzia de postos. Foram QUATRO postos, um em cada cidade.
3. Se a mídia deu um ótimo espaço para o evento, é porque devem ter achado que era relevante a população saber que poderiam comprar tudo em dobro se não fossem os impostos.
4. E o mais importante: O evento NÃO foi organizado pelo Instituto Millenium em todas as cidade. Em Belo Horizonte, a organização foi do Instituto de Estudos Empresariais e do Centro de Desenvolvimento de Lojistas. Em Porto Alegre, IEE e Instituto Liberdade. E, em São Paulo, foi organizado pelo INSTITUTO LUDWIG VON MISES BRASIL. Todas são entidades que tem um interesse em comum. Mas, nem tanto. Se o Millenium tem em seu conselho pessoas que outrora já criaram impostos e contribuiram para esse Estado que temos hoje, não é o caso do IMB.

O Instituto Mises Brasil é Libertário. Não interessa se o presidente é do PT, do PSDB, do PSTU ou do DEM. Não nos ocupamos com política. Nosso foco é economia sob a ótica da Escola Austríaca. Se o jornalista em questão tivesse dado um Google ele perceberia a besteira que escreveu, tanto ao omitir informações de seus leitores quanto ao juntar num balaio de gatos, instituições distintas.

E isso, obviamente, não foi por incompetência. Foi únicamente por conta da MALDITA E IMBECIL BRIGA INSTITUCIONALIZADA ENTRE PT E PSDB QUE TOMOU CONTA DO BRASIL. QUE NÃO PERMITE NEM QUE A IMPRENSA RACIOCINE MAIS DIREITO. E QUE FAZ COM QUE TUDO, ABSOLUTAMENTE TUDO SE TORNE UMA BRIGUINHA PARTIDÁRIA. A manisfestação, porque foi feita durante o governo Lula, foi ruim para os petistas e ótimo para os tucanos. Se fosse num governo do PSDB, seria ótimo para os petistas e horrível para os tucanos. A questão dos tributos, da economia, do dinheiro que o brasileiro poderia ter a mais no bolso ficou para segundo plano. E assim, TODAS as questões de relevância nacional viram uma briguinha entre PT e PSDB. Uma briga, obviamente, custeada com dinheiro público.

A única coisa que concordo no texto do Nassif é que não podemos fazer com que tudo vire oportunismo político. Pena que aquilo que ele próprio escreveu, ele parece não tomar como lição para si.

sábado, 23 de maio de 2009

Melhor que o Capixaba



Né?

sexta-feira, 22 de maio de 2009

A comunicação

Depois de hoje, vou refletir muito sobre essa história de comunicação. Eu sei, é um pensamento idiota se você pensar que eu estudei comunicação quatro anos. Mas sinto que não aprendi absolutamente nada. Obviamente, também existe a possibilidade de o mundo estar de ponta cabeça. Como não quero fazer juízo de valor, relato e você decide quem é o louco da história/

- Alô? Oi, queria X comida e três cervejas.
- Ok, estará em sua casa em 35 minutos.

Tic, tac, tic, tac, tic, tac.

Tirty five minutes later.

Toca o interfone.

- Oi, aqui está o cartão.
- São R$ 34, ok?
- Perfeito.

Digita a senha. O motoboy tira três garrafas de cerveja, de vidro e dá.

- Moço, como assim?
- Como assim o que?
- O que são essas três GARRAFAS de cerveja?
- Você não pediu três cervejas?
- Três latas, né?
- Hum... me mandaram garrafas.
- E agora?

Porteiro corre para um lado. Não tem cascos. O motoboy pega o telefone e liga.. Fala, fala, fala...

- Tudo bem, moça, como você é cliente fiel, vamos deixar você com as garrafas. da próxima vez que você pedir, devolve os cascos.
- Sério?
- Sim,
- Ok, então. Boa noite.

E três garrafas de cerveja depois, estou aqui, perguntando. Se é só eu que acha que lugares delivery entregam cervejas de lata ou não...

sexta-feira, 15 de maio de 2009

A crise... vista por um americano bem humorado!!!

O sujeito é americano e se chama Marc Faber. Ele é Analista de Investimentos e empresário. Em junho de 2008, quando o Governo Bush estudava lançar um projeto de ajuda à economia americana, ele encerrava seu boletim mensal com um comentário bem-humorado, não fosse trágico.

"O Governo Federal está concedendo a cada um de nós uma bolsa de U$ 600,00. Se gastarmos esse dinheiro no supermercado Wall-Mart, esse dinheiro vai para a China. Se gastarmos com gasolina, vai para os árabes. Se comprarmos um computador, vai para a Índia. Se comprarmos frutas e vegetais, irá para o México, Honduras e Guatemala.

Se comprarmos um bom carro, irá para a Alemanha ou Japão. Se comprarmos bugigangas, irá para Taiwan...E nenhum centavo desse dinheiro ajudará a economia americana. O único meio de manter esse dinheiro na América é gastá-lo com prostitutas e cerveja, considerando que são os únicos bens ainda produzidos por aqui. Estou fazendo a minha parte".

Comentário de um brasileiro igualmente bem humorado:

"Realmente a situação dos americanos parece cada vez pior. Depois da compra da Budweiser pela AmBev (meio belga, meio brasileira), restaram apenas as prostitutas. Porém, se elas (as prostitutas) repassarem parte da verba para seus filhos, a maior parte dessa grana irá para...Brasília".

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Santo

Definitivamente, devota de São Marcos.

Precisa explicar por quê?

domingo, 10 de maio de 2009

Convite

Aos palmeirenses e amantes de futebol: O departamento de história do Palmeiras está organizando uma exposiçào histórica com acervo do Julinho, o ponta que calou o Maracanã e um dos maiores jogadores do Palmeiras e do time.



Quem quiser visitar e conhecer um pouco mais da história desse grande jogador pode mandar um e-mail para historia.palmeiras@gmail.com e agendar a visita à sala de troféus do Palmeiras.

Come back

Hora de atualizar o blog.

Primeiro, explico o sumiço. Essas três últimas semanas foram extremamente corridas e complicadas e, por isso, a ausência. Primeiro, mudei de emprego. Surgiu uma ótima oportunidade e agora, estou trabalhando no Instituto Mises Brasil. Quem quiser saber mais (e eu recomendo), pode acessar o site www.mises.org.br e saber um pouco mais sobre o que estou fazendo. Vocês podem imaginar como é complicado essa transição de empresas. Passar seu trabalho pra outra pessoa, aprender coisas novas... Enfim, está tudo muito legal no emprego novo e eu tenho saudade e muito carinho por toda a turma Approachiana, que eu tive muuuuito orgulho de fazer parte por dois lindos anos.

Explicado isso, peço desculpas e espero que todos os leitores me perdoem pelas faltas de atualização. Voltamos com tudo e vamos que vamos!