quinta-feira, 30 de julho de 2009

Como ficar neurótica com a gripe suína

Em tempos de gripe suína, deixo aqui algumas dicas de como entrar e surto e achar que pegou a gripe porcolina.

1) Acorde com febre, dores no corpo, garganta inflamada e tosse.
2) Vá trabalhar e faça sua febre piorar.
3) Deixe sua febre ultrapassar os 38,5C e vá ao hospital
4) Ao chegar, relate seus sintomas e "ganhe grátis" uma máscara higiênica.
5) Observe atentamente as outras 35 pessoas que também "ganharam grátis" a tal máscara.
6) Observe atentamente todo mundo tossindo.
7) Após esperar 3h na emergência, mesmo tendo plano de saúde, escute do seu médico "aparentemente não é nada, mas você vai ter que ficar dois dias em casa, tomando quinze tipos diferentes de remédios. Se você tiver febre amanhã, deve voltar para o hospital".
8) Tome a injeção no hospital, vá embora, passe na farmácia e compre os milhões de medicamentes indicados, que, com certeza, vão te deixar sem um mísero centavo no bolso.
9) Tenha febre no outro dia, volte ao hospital e ganhe mais um dia de molho.
10), se achar tudo isso muito trabalhoso, tem um único passo super rápido: peça para o seu time jogar contra o Palmeiras.


segunda-feira, 27 de julho de 2009

Desculpas esfarrapadas para dar um fora em alguém

Desculpas Femininas:
1. Penso em você como um irmão. (Você me lembra um pré-adolescente espinhento que fica jogando Tibia o dia todo.)
2. Tem uma pequena diferença de idade entre nós. (Não quero trepar com meu avô.)
3. Não estou atraída em você ‘dessa’ maneira. (Você é o ogro mais feio que meus olhos já avistaram.)
4. Minha vida anda muito complicada nesse momento. (Não quero que você fique toda noite aqui, se não você vai ouvir as ligações dos outros caras com quem eu estou saindo.)
5. Eu tenho um namorado. (Eu prefiro ficar em casa com meu gato e uma garrafa de vodca.)
6. Eu não saio com caras do trabalho. (Eu não sairia com você nem se estivéssemos no mesmo ’sistema solar’, muito menos no mesmo prédio.)
7. Não é você, sou eu. (É você.)
8. Estou concentrada na minha carreira. (Até algo tão chato e sem futuro como meu trabalho é mais interessante que você.)
9. Sou celibatária. (Jurei a Deus que não dormiria com homens, do seu tipo.)
10. Vamos ser amigos. (Eu quero que você fique por aí, só para eu contar todos os detalhes prazerosos dos meus relacionamentos carnais. Deve ser aquela história de perspectiva masculina.)

Desculpas Masculinas:
1. Te vejo como uma irmã. (Você é feia.)
2. Tem uma pequena diferença de idade entre nós. (Você é feia.)
3. Não estou atraído a você ‘dessa’ maneira. (Você é feia.)
4. Minha vida está muito complicada agora. (Você é feia.)
5. Tenho uma namorada. (Você é feia.)
6. Não saio com colegas de trabalho. (Você é feia.)
7. Não é você, sou eu. (Você é feia.)
8. Estou me concentrando na minha carreira. (Você é feia.)
9. Sou celibatário. (Você é feia.)
10. Vamos ser amigos. (Você é feia pra caralho.)

domingo, 26 de julho de 2009

OBINA!


Obina.

Depois destes 5 gols (pena que só valeram 3) hoje, eu só posso dizer uma coisa: VOCÊ MERECE VESTIR A CAMISA DO PALMEIRAS. E HONRA ELA.

OBINA!
PALMEIRAS!
3X0 NA FREGUESIA!
CHUPA CORINTHIANS!

sábado, 25 de julho de 2009

Ansiedade. Ela...

Eu não quero falar de futebol.
Eu não quero lembrar que o novo técnico do Palmeiras é o Muricy Ramalho.
Eu não quero lembrar que amanhã tem o jogo mais importante da história do futebol mundial.

Eu quero roer minhas unhas. Eu quero me esconder do mundo. E pensar na morte da bezerra.

Eu queria pensar no frio, na Mega-Sena, no último avião que caiu, na bagunça que está meu apartamento, na chuva, no sono, nos livros que preciso ler, em tantas coisa...

Mas, confesso:

Só consigo pensar no maldito ou bendito jogo de amanhã.

Porque amanhã é dia de Palmeiras X Corinthians.

Um jogo indescritível. O maior jogo de futebol do mundo.

Quem disse que eu não gosto de Cuba?

Não sei porque, mas sempre que penso numa noite a dois perfeita, tenho vontade de ouvir isto aqui.

Pena que meus namorados/ficantes nunca foram muito bons em dançar.
Quem sabe o próximo.

ps. E digo mais: o homem mais sexy do mundo é o Roldán Gonzalez. Vocês têm ideia do que é aquela criatura cantando e dançando? Ui, minha adrenalina.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Yeah, I'm talking to you!


Operação Roubo Descarado

Fodeu tudo de vez, com o perdão da palavra.

Qualquer possibilidade de eu estar de bom humor foi para as cucuias depois do jogo de ontem. ASSALTARAM O PALMEIRAS NA CASA DURA. E O LADRÃO FILHO DE UMA PUTA É O EVANDRO ROGÉRIO ROMAN.

Não bastasse a minha TPM, que chega ao auge no sábado, o Muricy, minha conta bancária, a quantidade de livros que preciso ler e não encontro tempo, o maluco que me persegue no Orkut, o chato do webdesigner que está fazendo as capas dos livros do IMB, o Marcão, o Jumar, a gripe suína, o confisco de Tamiflu, o clima em São Paulo, meu nariz que é um enfeite, as 498 páginas de tarefa de inglês, a nova lei do Serra, e a mais esquisita solteirice que eu já vivi na vida, esse árbitro IMBECIL tinha que foder de vez com meu humor.

PUTAQUEOPARIU, que vergonha o jogo do Palmeiras ontem!!!

Um imbecil desses tinha que ser proibido de ver futebol, quanto mais, apitar um jogo.

Aviso aos navegantes: Essa mulherzinha de cabelo ruim que usa chapinha está a ponto de explodir. É recomendado pensar mil vezes antes de falar qualquer coisa e manter uma distância segura.

domingo, 19 de julho de 2009

Libertários

Nós, os Libertários, defendemos:

Quanto à Organização do Estado: descentralização administrativa e real federalismo; redução drástica da carga tributária; simplificação dos impostos; fim da progressividade tributária e das cobranças em cascata.

Quanto aos Direitos Individuais: o direito de propriedade é o direito individual essencial e não pode ser relativizado em nenhuma hipótese. Negamos a função social da propriedade e a função social dos contratos. A liberdade de escolha do indivíduo não pode ser suprimida, salvo em caso de lesão ao direito de outrem. Defendemos, ainda, a descriminalização dos "crimes sem vítima"; descriminalização do uso de drogas; legalização de jogos de azar; união civil entre quaisquer cidadãos e liberdade de formas do casamento; fim do alistamento militar obrigatório; fim da discriminação oficial estabelecida pelas cotas raciais; garantia do direito à posse e porte de arma; reforma política ampla, liberdade para criação de partidos, inclusive regionais, correção da proporcionalidade na Câmara dos Deputados, fim do fundo partidário e fim do voto obrigatório; liberdade de imigração e emigração.

Quanto aos Serviços Públicos: retirada do Estado da prestação de serviços públicos, tais como educação, saúde, infra-estrutura, administração presidiária, entre outros.

Quanto ao Sistema Econômico: eliminação dos controles de salários, preços, aluguéis, lucros, produção e juros; fim do favorecimento público a setores privados da economia; fim do controle monetário com extinção do Banco Central; plena liberdade econômica; fim dos monopólios estatais; privatização das empresas públicas e sociedades de economia mista; fim da interferência governamental nas relações trabalhistas com total liberdade entre as partes; liberdade de organização sindical; livre mercado com circulação de bens, produtos e serviços.

www.libertarios.com.br

Cause I'm the taxman

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Sobre pipocas, leis e regulamentações

Não me xingue, oras: esse post é sobre os times brasileiros, não sobre o Palmeiras (que ontem jogou muuuuito bem por sinal. Viu como técnico não entra em campo, mas pode ser desfalque?).

Há dez anos que um time brasileiro não consegue vencer um estrangeiro numa final de Libertadores. O último foi o Palmeiras em 1999. De lá pra cá, Palmeiras, São Caetano, Santos, Cruzeiro, Grêmio e Fluminense pipocaram bonito e deixaram que festas em espanhol ocorressem em nossos estádios. Em 2005 e 2006, quando times do país conquistaram títulos, as finais foram caseiras - não à toa, a Commembol proibiu finais entre times do mesmo país em 2007.

E o que isso nos diz?

Básico: que a desestruturação, falta de profissionalismo, e a total incapacidade dos clubes brasileiros segurarem seus ativos (ou seja, os jogadores) nos tornou menos capazes de termos times competitivos que sejam capazes de competir de igual para igual com nossos vizinhos sulamericanos.

E por que não temos essa capacidade, já que o Brasil é um dos países mais estruturados e com o maior PIB da América do Sul?

Há muitos fatores que podem explicar a decadência do futebol de clubes brasileiro na última década. Mas eu quero me prender a um especifícamente que, para mim, parece ser a mais relevante: a Lei do Passe Livre/Lei Pelé, em vigor desde 2001.

É sabido e de conhecimento amplo que TODOS os times do Brasil hoje são completamente dependentes da boa vontade dos empresários do futebol. Seja por meio de uma parceria aberta, como é o caso da Palmeiras/Traffic, ou oculta, como ocorre entre o São Paulo e Juan Figer, dos menores às camisas de maior tradição do futebol, todos os clubes de futebol hoje precisam de empresários para sobreviver. Ninguém anda com as suas próprias pernas, ninguém compra jogadores inteiros com dinheiro vindo de seu próprio bolso.

E tudo isso, graças à adorada Lei do Passe.

O Estado Brasileiro ao tentar regulamentar algo sobre o qual ele não sabe e não tem a menor ideia de como funciona (ok, Estado burro é redundância) conseguiu jogar nosso futebol no lixo.

A desculpa oficial era que a lei beneficiaria os atletas, que teriam maior liberdade para negociar seus contratos. Na prática, tirou-se o poder dos clubes e jogou-se na mão de empresários - que não estão muito preocupados com títulos, mas sim com a venda de jogadores por quantias milionárias para algum time obscuro do Uzbequistão.

Não que eu esteja elogiando a lei anterior, que tornava um jogador escravo do time. O ponto é que é absurdo o governo definir como deve ser uma relação de troca entre um indíviduo e uma associação esportiva. Os termos de um contrato de trabalho deveriam ser definidos unica e exclusivamente entre o jogador, com o auxílio de seu procurador/advogado/empresário e o clube, chegando-se a um acordo que seja bom para ambas as partes. Jamais essa negociação deveria ser definida por uma terceira parte que não entende absolutamente nada sobre o futebol.

Ou seja: Não precisamos de uma lei para definir a relação contratual entre times x clubes. Cada caso deveria ser um casa a ser definido e negociado entre as partes envolvidas. Por isso, a melhor solução para que os clubes brasileiros voltem a ter times competitivos é simplesmente acabar com qualquer tipo de regulamentação na relação de trabalho entre jogadores e clubes. Num cenário assim, tanto o jogador quanto o clube ganham mais poder de barganha. E os amantes do bom futebol poderiam voltar a ver time pelo menos razoáveis em campos brasileiros.

ps. Ainda sobre esse assunto, eu vou escrever mais, posteriormente.

terça-feira, 14 de julho de 2009

A "hegemonia" neo-liberal

Do blog Movimento Estudantil Livre:

O advogado Edgard Freitas, estudante da UESC, espantado com a declaração de uma militante do PCdoB de que "o pensamento neoliberal sufocou o debate político nas universidades brasileiras", realizou uma pesquisa muito interessante e postou em seu blog. A idéia era comparar a literatura esquerdista com a literatura liberal (ou não-esquerdista) da biblioteca da universidade. Segue um trecho de sua postagem:

"Parto da premissa de que não há ideologia sem ideólogos. Para atingir a hegemonia, a ponto de gerar "pensamento único" e "sufocar o debate", imagino que a literatura liberal deva ser dominante, ao menos na biblioteca. É o mínimo que se espera.
Fiz uma comparação da quantidade de livros/referência de autores marxistas (ou esquerdistas) e não marxistas no site da Biblioteca:

Adam Smith: 8 referências
Karl Marx: 66 referências

Olavo de Carvalho: 1 referência
Antônio Gramsci: 33 referências

Friedrich Hayek: 1 referência
Lênin: 36 referências

Aristóteles: 38 referências
Paulo Freire: 100 referências

Milton Friedman: 5 referências
Emir Sader: 15 referências

"O Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano": 0 exemplares
"As veias abertas da América Latina": 10 exemplares

Paulo Ferreira da Cunha: 0 referências
Boaventura Sousa Santos: 7 referências

José Guilherme Merquior: 7 referências (0 para o livro dele sobre Foucault)
Michel Foucault: 36 referências

Roberto Campos: 4 livros
Celso Furtado: 31 referências

Paul Johnson: 0 referências
Eric Hobsbawm: 14 referências

George Orwell: 4 referências
Bertolt Brecht: 10 referências

Raymond Aron: 5 referências
Florestan Fernandes: 28 referências

Julián Marías: 6 referências
Marilena Chauí: 26 referências

Editora Instituto Liberal: 0 referências
Editora Paz e Terra: 234 referências

Vêem a completa distorção? A literatura filomarxista é francamente majoritária na Universidade e vem gente reclamar de "hegemonia neoliberal"!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Ô meu saco...

... sabe o que irrita mais que TPM, mulheres ciumentas malucas investigando a sua vida, homens à beira de um ataque de nervos, as coisas que o Lula fala, coisas que o Serra fala, promessas de qualquer político, o call center da Telefônica ou da Net, brigas de blogueiros, brigas de orkut, pessoas pragmáticas, ativistas vegetarianos, religiosos ou ateus, o programa "Seja um Gideão" da Bispa Sônia, corinhianos, são-paulinos, bagres jogando no meu Palmeiras e a imprensa?

Um sindicato.

PUTAQUEOPARIU.

Esse povo acha que ninguém tem mais nada pra fazer na vida além de ficar vendo o cara que, em tese, deveria estar resolvendo sua homologação falar sobre o jogo do Curintia com o colega da mesa ao lado.

Enquanto isso, você perde um puta tempo da sua vida, chega atrasado ao trabalho, por conta de uma burocracia idiota, burra, estúpida e violenta. Sim, porque o papai Estado te obriga a ser parte de algum sindicato, dar um dia de trabalho seu para as merdas dos sindicatos, que só sabem impor burocracia e não servem para absolutamente mais nada além de roubar quem trabalha. Só isso.

E ai eu me pergunto: por quanto tempo vamos continuar defendendo que o Estado coloque uma arma nas nossas cabeças e continue a nos obrigar a patrocinar organismos incompetentes?

E ai eu te pergunto: você vai defender a liberdade ou vai continuar com esse revólver apontado para a minha testa, me obrigando a fazer coisas que eu não quero?

terça-feira, 7 de julho de 2009

Sobre ética, jornalistas e blogues

Originalmente postado no Cruz de Savóia.

O frisson causado pela obrigatoriedade do diploma para jornalistas não muda em absolutamente nada o exercício da profissão, por mais que alguns queiram achar que sim. Ter ou não diploma não é o diferencial para tornar alguém um jornalista ético, correto e profissional.

O surgimento da blogosfera originou um debate interessante sobre a produção do conhecimento. Como jornalista diplomada (não que isso conte muito), vejo um grande erro de foco nessa briga entre imprensa tradicional x blogueiros. Isso não deveria existir, porque uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. E eu explico o porquê.

Primeiramente: há muitos blogueiros que fazem o que tradicionamente conhecemos por jornalismo e que, portanto, podem ser considerados jornalistas blogueiros. Há também, os blogueiros torcedores, palpiteiros apaixonados, que usam o blog apenas para expressar sua opinião. Opinião não é informação e, embora as faculdades de jornalismo tenham uma disciplina de redação jornalística opinativa, opinião não é informação: é um palpite que você, leitor, tem o direito de concordar ou não, de acordo com os argumentos apresentados.

A Mídia Palestrina, sem dúvida nenhuma, ao surgir, conseguiu captar uma tendência de mercado que só agora a “grande imprensa” está vislumbrando: a de que as pessoas gostam de consumir opiniões. Seja pra xingar ou pra idolatrar, é sempre interessante ouvir um ponto de vista embasado não somente em fatos, mas também em impressões pessoais. Esse pioneirismo por parte de muitos blogues que todos nós palmeirenses acompanhamos (e eu não vou citar todos, porque necessariamente esquecerei de alguns e seria muito injusto) é um exemplo interessantíssimo de como o mercado sempre se manifesta para o bem quando não há amarras governamentais, nem regulatórias, impedindo as livres trocas entre individuos. Traduzindo: havia uma demanda de informações sobre o Palmeiras diferente daquela oferecida pela mídia tradicional – e assim surgiu a Mídia Palestrina, para suprir essa demanda (espero que ninguém invente uma agência para regular blogs).

Mas (essa é a parte chata), eis que a Mídia Palestrina tomou uma proporção tão grande que, obviamente, alguns blogueiros perderam a percepção de seu papel. Se antes eram palpiteiros, torcedores apaixonados pelo clube que usavam seu blog para xingar e comemorar, com o crescimento de sua influência entre os palmeirenses internautas, perderam o foco e passaram a se comportar exatamente como a parte podre da grande mídia se comporta: em troca de uma informação exclusiva, passaram a vender sua alma (e, em um caso bem peculiar, super comum na grande imprensa), seu corpo, para conseguirem uma informação, uma entrevista, o que quer que seja. Mas até ai, não há nada demais, afinal, não sou ninguém para julgar as atitudes das pessoas.

O que me assustou e me motivou a escrever esse texto não é o fato de um blogueiro defender a diretoria atual ou a antiga, defender a permanência do Luxa ou a contratação do Muricy, defender a Mancha Verde ou seja lá o que for. Quando eu não gosto de algo que alguém escreve, eu simplesmente não leio e pronto (e isso vale pra tudo, seja blog ou grande imprensa). O que me surpreende e me assusta é que alguns blogues, de repente, tenham desistido de serem blogues e passem a se considerar veículos de jornalismo com credibilidade.

Por isso, voltando ao raciocínio do início do texto, eu gostaria de tomar a liberdade e explicar alguns fundamentos básicos do jornalismo, para que as pessoas possam realmente entender a diferença entre um jornalista e um articulista, caso isso não tenha ficado claro. Se alguém quer se achar jornalista, ok, sem problemas, afinal, há pessoas que pensam que são Napoleão. Agora, se alguém quiser ser jornalista de verdade mesmo, daqueles comprometidos só com a informação, eu só peço que siga algumas posturas, que é o que diferencia um jornalista de um articulista (e não o diploma).

Um jornalista deve ouvir os dois lados. Um jornalista tem que, em primeiro lugar, sempre pensar nos seus leitores. Jornalista tem obrigação moral de checar tudo o que escreve 500 vezes antes de publicar. Jornalista tem um código de ética a respeitar. Jornalismo tem senso crítico e opinião crítica. Jornalista não tem que babar ovo para dirigente. Jornalista não tem que esconder informação só porque uma divulgação antecipada poderia prejudicar determinados interesses. A única pessoa que interessa para o jornalista é o leitor. Logo, jornalismo é oposição, o resto é ser papagaio de pirata.

Eu quero ressaltar que a imprensa tradicional também está cheia de pessoas que pensam que são jornalistas e são apenas papagaio de pirata, uma situação que a Mídia Palestrina denuncia diariamente com louvor. E não é preciso ser jornalista para fazer isso, como a história da Mídia Palestrina tem mostrado até o momento. Um blogueiro tem tanta credibilidade quanto um jornalista (se ele agir de modo honesto), seja ao dar informações, seja ao opinar. Mas se alguém quer se auto-intitular jornalista, então que passe a escrever e se comportar como um.

domingo, 5 de julho de 2009

Quando as palavras não dizem nada

As dez melhores fotos captadas pelo Telecópio Espacial Hubble

10º- A Nebulosa Trifid. É um "berçário estelar", afastado da Terra 9.000 anos luz, e é o lugar onde nascem as novas estrelas.




9º - Um redemoinho de olhos "furiosos" de duas galáxias, que se fundem, chamadas NGC 2207 e IC 2163, distantes 114 milhões de anos luz na distante Constelação do Cão Maior (Canis Major).




8º - Noite Estrelada, assim chamada por lembrar aos astrônomos um quadro de Van Gogh com este nome. É um halo de luz que envolve uma estrela da via Láctea.




7º - A Tempestade Perfeita, uma pequena região da Nebulosa do Cisne, distante 5.500 anos luz; descrita como "um borbulhante oceano de hidrogênio, e pequenas quantidades de oxigênio, enxofre e outros elementos".




6º - Em 6º lugar está a Nebulosa do Cone. A parte que aparece na foto tem 2.5 anos luz de comprimento (o equivalente a 23 milhões de voltas ao redor da Lua).



5º - A Nebulosa Ampulheta, distante 8.000 anos luz, que tem um estrangulamento no meio, por causa dos ventos que modelam a nebulosa, serem mais fracos na sua parte central.




4º - Em 4º lugar temos a Nebulosa Olho de Gato, que tem uma aparência do olho esbugalhado do feiticeiro Sauron do filme "O senhor dos anéis".



3º - Em terceiro lugar está a Nebulosa NGC2392, chamada Esquimó, pois se assemelha a um rosto circundado por chapéu ou gorro enrugado. Este chapéu, na realidade, é um anel formado por estruturas ou restos desagregados de estrelas mortas. A Esquimó está há 5.000 anos luz da Terra.



2º -A Nebulosa da Formiga, que é uma nuvem de poeira cósmica e gás, cujo nome técnico é Mz3. assemelha-se a uma formiga quando observada por telescópios fixos. Esta Nebulosa, esta distante da nossa Galáxia, e da Terra, entre 3.000 a 6.000 anos luz.



1º- A Galáxia do Sombrero - distante 28 milhões de anos luz da Terra - foi eleita a melhor foto, captada pelo Hubble. As dimensões desta Galáxia, oficialmente denominada M104, tem uma aparência espetacular. Ela têm 800 bilhões de sois e um diâmetro de 50.000 anos luz.

Pingos nos ís

Agora que as coisas estão mais tranquilas, a gente volta a atualizar o blog. Por tópicos:

1) Sim, um furacão passou na minha vida no último mês e o resultado é que eu estou solteira. E feliz. E muito agradecida ao Odil pelos dois anos e dois meses que eu pude viver ao lado dele, um cara maravilhoso, querido, íntegro, lindo, companheiro, tudo de bom. Não deu certo, mas bola pra frente, a amizade e o respeito continuam.

2) Eu não quero o Muricy no Palmeiras. Ele é um bom técnico, blá, blá, blá, mas é um bambi que já desrespeitou nosso clube mais que uma vez e eu tenho todo o direito do mundo de cornetar a mais nova besteira da diretoria alviverde. Que, sim, está fazendo um EXCELENTE trabalho na administração do clube social, mas que mostra, dia após dia, que precisa aprender muito sobre futebol. Mas, como eu sou palmeirense, continuarei a ir ao estádio ver o time e apoiar, independente de quem esteja no banco. Mas que fique claro: MURICY NÃO!

3) Kléber! Voce me faz ter esperanças ainda no futebol...

4) Penando no inglês. Mas eu chego lá.

5) Animadíssima com o I Seminário de Economia Austríaca que o IMB vai promover ano que vem em Porto Alegre, nos dias 11 e 12 de abril. Esse é o primeiro passo da longa caminhada rumo à liberdade no Brasil. Mas, sobre isso, eu escrevo mais, em breve.

5) Estou com um blog sobre libertarianismo em fase final de testes. Quando tudo estiver pronto, posto o endereço aqui.

6) E útimo: Michale Jackson NÃO morreu! AHAHAHAHAH.