segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Cancun: lugar para solteiras e solteiros dançarem "ai se eu te pego"


Todo mundo gosta de viajar, né? Como ainda não sou RYCA para fazer várias viagens internacionais uma depois da outra, convidei uma grande amiga de infância (infância mesmo, estudamos junto no pré-escolar, saca?), a dona Nicole Azambuja, para escrever como é conhecer Cancún. Como sei que várias leitoras desse blog estão solteiras, acredito que vocês vão adorar as dicas e pensarem seriamente em conhecer esse paraíso nas próximas férias. Então, fiquem com o relato da Nic e enjoy! =)

ps. Claro que fiquei morrendo de vontade de ir também. 

A Nicole e as amigas. A Nic é a segunda da esquerda para direita. 

Visao do resort em Cancún da janela do hotel. Como não morrer de vontade e embarcar AGORA mesmo? Ainda mais com esse calor infernal que está em São Paulo.


Quando a Cibele minha amiga de infância pediu para que eu escrevesse algo sobre Cancún, eu pensei: “putz vai ser muito fácil!”. Afinal, aquilo ali é sensacional. Mas é muito difícil descrever o indescritível porque você precisa estar lá para receber a energia daquele lugar. Quando eu resolvi ir para Cancún pensei que seria bom, mas não imaginei que seria perfeito.

Primeiro, porque fomos em quatro amigas solteiras com o intuito de nos divertir -  lógico que,, com moderação, sem-moderação nós deixamos para as americanas (elas enlouquecem). Nunca vi tanto peito e bunda exposto nas baladas. A gente assusta no começo, mas depois acostuma! As brasileiras também entram na onda.

Ao escolher o resort, entre na internet e pesquisem sobre, pois quase caímos em uma furada. Mas ficamos em um chamado Grand Park Royal Cancun Caribe. Muito bom, mas quase não tinha gente jovem hospedada, mais casal e família. O atendimento era excelente, os funcionários se esforçam para falar nossa língua e até preferem o português que o Inglês. Acham a nossa língua muito bonita (achei o máximo). Somos os queridinhos por lá! Os funcionários têm aula de português dentro do hotel,  o que eu achei mais massa ainda. Enfim, Resort lindo, lindo, lindo! Daqueles de ficar de boca aberta, e olha que o nosso não era o mais chique da zona hoteleira. Só tem uma coisa: os mexicanos não sabem fazer sobremesa, e a fruta deles não é boa igual a nossa. A comida é muito gostosa, mas enjoa, (como toda comida de restaurante se você comer todo dia). Mais 3 dias daquele tempero e eu pedia pra sair.

Os passeios para se fazer não são caros, mas fizemos apenas um, que foi nadar com os golfinhos.  Recebi o apelido de sereia - não por ser parecida com uma, mas sim porque eu tenho uma ligação muito forte com o mar, ele me emociona de uma maneira muito forte. Então, vocês podem imaginar o quanto eu AMEI nadar com os golfinhos. Eles são lindos, encantadores e dóceis. Confesso que no primeiro momento fiquei com medo, mas relaxei e aproveitei muito.  Fica em um lugar chamado Isla Mujeres, que fica uns 20 minutos de barco, mas o mar é tão azul que você nem percebe o tempo passar. Pagamos 95 dólares por esse passeio, incluso comida, bebida e o mergulho com os golfinhos.  Vale a pena!

Minhas amigas fizeram o passeio de paraglider, em que você é puxado por um barco, e fica em uma espécie de paraquedas com banquinho ( deu pra entender?). Sei que elas amaram. Diz que é um silêncio absoluto, e a vista é perfeita. Preço? 50 dólares. Eu sou bem de boa com esse negocio de altura, não me apetece.
O mar onde ficava o meu resort era muito forte, quase impossível de tomar banho. Um grupo de amigo ficou em um resort em que o mar parecia uma piscina, então depende do lugar que você fica.  Uma dica importante, nunca ande de taxi, sempre de ônibus. Tem ônibus a cada 2 segundos. Juro! Eu nunca fiquei esperando, pisava no ponto e já chegava um ônibus. Você paga 8.50 pesos ( equivalente a INCRÍVEIS  1,20 reais) e roda Cancun inteira. A moeda é bem desvalorizada. Pegava táxi somente para voltar da balada, e eles cobravam 10 dólares.  Eu sempre pagava em peso. Acreditem eu saquei 1.200 pesos ( equivalente a 171.00) no dia que cheguei  e ainda voltei com 50 pesos para casa. Com esse dinheiro pagava ônibus, taxi, presentinhos e afins.

As baladas são todas em dólares. E todas são open bar. A mais cara foi Coco Bongo, pagamos 55 dólares.  Gente sabe aquela balada TEM QUE IR? É Coco Bongo. Nunca fui em uma balada tão diferente, louca e especial.  Muito bem organizada, com muitos funcionários, segurança, e gente do mundo inteiro. É balada misturada com musicais, tive o prazer de ver Elvis, Fred Mercury, Madonna, Lady gaga, Michael, Guns, e muitoooos outros. O especial é ver uma escola de samba com um monte de mulata sambando. Arrepiante!!  Fui duas vezes para me certificar de que era aquilo mesmo. Haha! =)

Outra que TEM QUE IR é The City, (essa eu não fui), mas minhas amigas disseram que é tal qual Coco Bongo, com mais gente bonita e maior. Custa 55 dólares também. Fomos ao Bulldog, e Sweet que são divertidas também, mas nada comparada com as duas primeiras. Essas custam 45 dólares. Outra coisa legal é que o hotel disponibiliza um funcionário e um ônibus para levar os hospedes para a balada, você paga o convite e tem o transporte na faixa, eles te colocam na frente de todo mundo e disponibilizam o melhor lugar da festa.. . (assim como em SP, cigarro terminantemente proibido na balada, eles arrancam da sua boca. Amei).

Mas não só de balada se vive não é mesmo? Então nas horas vagas íamos às compras. Rsrs. Recomendo Shopping La Isla, com muita marca boa e BARATA. Meninas, maquiagem da MAC (“todas grita”) bem em conta. Zara com opções legais e baratas também. Não recomendo shopping Kukulcan, ao menos que você seja bem rico e possa comprar Burberry, Louis Vuitton Salvatore Ferragamo; do contrário você, igual à gente, vai passar muita vontade.Um pouco antes do La Isla tem umas galerias com lojinhas de souvenir. Lá você se esbalda de comprar pimenta, tequila, corona, e muitos presentes para os amigos. Dizem que tem um shopping chamado Praça das Américas, muito legal, mas esse nós não fomos.

Pessoal aproveitem muito quando forem! Sete dias é pouco para tanta beleza. Resolvemos que dormir é para os fracos e, por isso, dormimos 5 horas por dia no máximo. Afinal, posso dormir bastante aqui em Três Lagoas.  (Tá, ta bom, no último dia não dei conta de ir pra balada). Saímos da beira da piscina só quando o sol ia embora. Rsrs.

Acho que exagerei no relato, mas tem muita coisa ainda! Então, como eu sou psicóloga e não jornalista deixo a parte de escrever maravilhosamente bem para a Cibele. ADOREI a oportunidade de relatar algumas experiências daquele lugar mágico e espero que vocês possam um dia sentir o que eu senti. Ahhh garotas, já ia esquecendo, como a gente diz aqui no Mato Grosso do Sul, “homem naquele lugar pra dar com pau”. Enjoy!
ps : em todas as baladas e durante o dia no resort, adivinha o que MAIS tocava?? Isso mesmo, “ai se eu te pego”. Hahaha. Os gringos enlouqueciam.


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