segunda-feira, 16 de junho de 2014

Por outro lado...

...como resistir a esse sorriso lindo?


Com quase quatro meses, ela já sabe?
  • Dar gargalhadas
  • Puxar o trequinho da cadeirinha que treme pra tocar musiquinha
  • Segurar (mais ou menos) o mordedor
  • Puxar meu cabelo
  • Ver televisão
  • Dar os bracinhos pedindo colo
  • Por a mão na boca
  • Segurar a chupeta
  • Sorrir, soltar vários grunhindos tentando se comunicar. Vira e mexe, solta um "oi".
Pra quem quiser acompanhar: o Instagram da Luísa (sim, ela tem um!!!) é @lookdalulu!

#linda #meubebêtácrescendo #gladyoucame #obrigaDeusPelaMinhaFilhaLinda #teamolulu


Como dar conta de tudo?

Sim, eu sumi dese blog. Cada vez mais, tenho menos tempo pra fazer nada. É incrível como me falaram TANTO da loucura que é o primeiro mês com um bebê, mas me sinto muito mais cansada e exausta agora, às vésperas do 4º merversário da Luísa. Não sei se é porque o tempo urgiu e cada vez mais preciso trabalhar mais (embora, confesso, ainda estou muito longe dos 100% de capacidade pré bebê) e porque cada vez mais a Luísa exige de mim. Sei que não tenho tempo nem pra respirar no geral.

Às boas novas: temos um bebê que dorme bem. Normalmente, adormece às 10h, acorda na madrugada uma vez pra mamar e depois vai até às 10h de novo. O problema: isso só acontece porque, após a mamada da madrugada, ela vem pra nossa cama dormir. Sim, eu sei, isso é péssimo, blá, blá. Mas a verdade é que entre ficar uma hora tentando fazer a Luísa dormir no berço dela e simplesmente colocá-la do meu lado e nos duas capotarmos, eu normalmente opto pela segunda opção. E ela dorme super bem, até 9h, 10h da manhã. Mas ai... bom, é o resto do dia em função de um bebê que não quer ficar parada e só me dá um descanso quando está em seus brinquedos (tapetinho e cadeirinha), ou vendo TV. Porque, NÃO, ela NÃO DORME durante o dia. No máximo, cochilos de meia hora. Fora isso, ou quer colo, ou quer que eu brinque com ela, ou se entretém com brinquedos/TV. Essa tal piscina de ondas 24h é 24h MESMO.

E quando ela está entretida eu preciso aproveitar o tempo pra fazer todo o meu trabalho naqueles 40 minutinhos que ela esqueceu de mim. E todo mundo me fala: ai que delícia, o bom de trabalhar de casa é que você pode ver sua filha crescer e estar com ela o tempo inteiro. Mas a verdade é: já me peguei vendo escolinha porque acho que meio período da Lulu na escolinha/com minha mãe/com uma babá me ajudaria muito em termos de produtividade de trabalho. Mas e a coragem pra abrir mão da minha pequena assim? E dessa forma, voltamos ao velho dilema de ser mãe x trabalhar (obrigada turma que queimou o sutiã pela contribuição à vida moderna da mulher). Essa loucura toda fez com que, pela primeira vez na vida, eu passasse meu aniversário (e do marido) sem comprar uma roupa nova, sem comprar o presente dele e até agora, ainda to devendo o presente da minha mãe que fez aniversário 3 dias depois de mim.

Não bastasse tudo isso, minha filha parou de fazer cocô por si própria e isso está me enlouquecendo. Há um mês ela não consegue evacuar sem ajuda do cotonete ou supositório. Quem não tem filho não tem ideia do quanto é desesperador essa maldita fase de transição em que a criança simplesmente não faz cocô sozinha. E, gente, acreditem, eu já tentei de TUDO: fiz o leite na água de ameixa. Dei a água de ameixa. Dei chá. Tirei o complemento e deixei só o peito. Passei a comer tudo que solta o intestino enlouquecidamente. O resultado é que estou indo ao banheiro entre 2 e 5 vezes ao dia, enquanto a Luísa continua sem fazer cocô. Hoje desabafei com a pediatra dela, que me mandou relaxar e parar de pirar com isso. E vou mesmo, até porque daqui há dez dias tem VACINA e já estou na ansiedade da reação da hexavalente e da rotavírus (Luísa teve três dias de cólicas no segundo mês). E quando passarem as vacinas, serão os dentes.

Além de toda a rotina do bebê e do trabalho, eu preciso cuidar de mim: ficar magra (quem disse que amamentar emagrece não deve ter sentido a fome que eu sinto, comeria três javalis por dia se tivesse aqui em casa pra devorar), fazer a unha, arrumar o cabelo, dar atenção para as amigas, correr atrás de novos clientes, cuidar da empresa e da casa, dar amor e carinho para os gatos e ver todos os jogos da Copa.

Sério, onde eu acho um clone?


Tou tipo assim. 


quinta-feira, 5 de junho de 2014

Tchau, polêmicas.

Faz um tempinho tempão que desisti de participar de polêmicas na web. Às vezes tenho recaídas mas, no geral, dou minha opinião e me seguro pra não contestar no Facebook/Twitter/Fórum aquela bobagem que você lê e imediatamente aparece aquela mensagem no cérebro "imbecil opinando detected". Acreditem, quando me virem polemizando com quem quer que seja, à sério, é porque acho que aquela é uma pessoa com quem vale a pena discutir.

A verdade é que a internet é um lugar onde todo mundo se indigna/opina/briga/esquece o tópico atual e parte pra próxima polêmica diariamente, sem ter a menor noção do que diz. Todo mundo se sente obrigado a opinar sobre tudo e o resultado é um festival de bobagens sendo ditas. Pessoas deixam de ser amigas porque votam em partidos diferentes, porque umas acham que animal é animal e outras acham que animal é gente, porque uma mãe dá peito e a outra mamadeira e por conta da opinião homofóbica/gordofóbica do dia.

Eu adoro participar de boas discussões e acho que podemos aprender muito, quando seu oponente tem cérebro ou sabe do que fala. Não é o que vejo ultimamente. As pessoas não discutem para aprender e trocar ideias, mas pra se ofenderem, bater o pezinho e reafirmarem apenas sua posição. Elas não escutam o outro lado, não ponderam, não se permitem mudar de opinião.

No Fla x Flu da internet, as pessoas só querem conversar com quem concorda com elas. E pior: argumentos rasos, superficíais e incoerentes. Não ganho absolutamente nada discutindo com quem não quer debater, só quer aplausos e opiniões favoráveis. Faço favores diários para mim quando vejo uma discussão sobre qualquer tema polêmico e curto a foto de bichinho que vem depois. Eu mantenho a amizade, poupo meu tempo e não me estresso com mais uma opinião dada por quem ganharia mais lendo sobre o que fala do que opinando sem saber se quer o mínimo sobre o tema da vez.